quinta-feira, 30 de agosto de 2012



DESTE LADO DA TELA.

Eu adorava novelas. Não me entenda mal e leia algumas linhas mais antes de me julgar. Sempre achei fascinantes os cenários, roupas e, principalmente, as histórias. Queria mesmo é ser escritora de novelas e lá pelos 12 anos até ensaiei um texto. O problema é que novelas eram proibidas na minha casa. Talvez daí meu fascínio pelas obras. Minha mãe, uma sincera e simples adventista me dizia com veemência que essas produções eram “coisa do Diabo”. Sem poder assisti-las perto dos meus pais, dava umas escapulidas para a casa dos vizinhos ou tias noveleiras.
O fato é que minha mãe descobriu – como sempre fazem as mães – e se tornou cada vez mais difícil manter o hábito. Depois de ir para o internato aos 18 anos, não foi possível seguir naquela fuga do real que as novelas me proporcionavam e sem o torpor do irreal era possível analisar melhor o encanto dos folhetins sobre mulheres e homens. Elas mais que eles, sempre. Não achava tão satânico assim os enredos e demorei a entender que acompanhar essas produções baixam, aos poucos, nossa guarda. De tanto ver, o que antes causava fúria passa para estranheza, tolerância, aceitação e logo, logo chega à convicção de que é mesmo algo aceitável. E olha que nem estou falando de assuntos complexos e polêmicos como homossexualidade, tão na moda.
Ao ouvir uma tia brigar com o marido e depois desabafar: “Por que eu fui me casar logo, podia ter esperado arrumar meu Giannechini, né?”, passei a me preocupar mais com o efeito a médio e longo prazo desse negócio lucrativo e exportado do Brasil para o mundo. Ok, guarde a crítica novamente. Acompanho quase todos os temas e personagens abordados pelas novelas, como qualquer pessoa que lê revistas semanais sérias, já que o assunto está sempre lá ocupando duas ou mais páginas, prova de sua força. Uma notícia me saltou aos olhos outro dia ao saber que em cerca de 20 capítulos, uma personagem trairia seu marido nove vezes e sempre com garotões. Uau, que façanha! A matéria justificava o comportamento da matrona por conta da grosseria do marido, rico, aliás.
Quando nos pegamos torcendo pelo que é errado, achando justificativas “válidas” para isso e admiramos o vilão por ser bem mais interessante, é de se pensar no alto poder de corrosão desses roteiros. Quando seu marido (ou esposa) chega a perder a graça diante do padrão romântico criado pelas novelas, aí sim “é coisa do Diabo”, como diria minha mãe. E não tem como fugir do óbvio. O óbvio é que os cônjuges reais – que trabalham, roncam, têm chulé, mau humor de vez em quando e nem sempre trazem rosas e bombons após o expediente – não são páreos para os galãs folhetinescos que estão sempre com a frase perfeita, a melhor das intenções e uma trilha sonora de fazer suspirar. Oras, é injusto!
Vida Real – A vida real tem trânsito, chefe chato, amigos desleais, mas também tem beijos apaixonados, carinhos sinceros, declarações derretidas, sorrisos incontidos e uma série de pequenos e louváveis sentimentos que, durante a rotina parecem nem existir se forem comparados às histórias das novelas. Ao escutar amigas e parentes reclamarem da própria vida – que só sentem prazer ao se estatelarem em frente a televisão por mais de três horas diárias em suspiros irreais, fascinadas por tramas com elementos previsíveis e de complexidade nivelada para crianças de 12 anos – penso se é possível ter prazer na vida, na família e mesmo na Palavra de Deus com tamanha excitação dos sentidos proporcionada pela telinha.
Eu não assisto novelas. Não porque não ache atraentes seus enredos. Não assisto novelas e acho que nenhum cristão sincero deveria vê-las porque é transformar a vida num palco menor. É trair meus princípios pouco a pouco e ser injusta com os mais sinceros esforços românticos do meu marido. Não assisto novela porque acredito na minha mãezinha: isso é coisa do diabo!
Fabiana Bertotti é jornalista

O FUTEBOLÓPIO DO POVO!
Não gosto de futebol. Quando muito, assisto às partidas da Seleção Brasileira em final de Copa do Mundo. Creio que esse desinteresse venha lá da infância. Meu pai foi jogador profissional. Jogou no Figueirense de Florianópolis e em outros times. Mesmo com mais de 60 anos, ainda joga com amigos e é considerado craque. O filho não. É um verdadeiro perna-de-pau. Mas reconheço que o futebol, como brin
cadeira, tem lá suas vantagens, tanto que muita gente acha que meu pai tem menos de 50. Acontece que minha mãe, minhas irmãs e eu sempre vimos a bola como uma concorrente, disputando conosco a atenção e o tempo do marido/pai. Será que reside nisso minha desmotivação pelo esporte que caracteriza meu país? Os psicólogos que me expliquem...

Bem, o que me levou a essas reflexões foi a reportagem que ouvi na rádio Band News, ontem pela manhã, quando retornava de Florianópolis para Tatuí. Passando por Curitiba, sintonizei a emissora e ouvi o jogador Roberto Carlos dando entrevista sobre sua recente contratação pelo Corinthians. O discurso foi o mesmo de sempre: promessas de amor eterno à camisa, etc., etc. Então, um dos dirigentes do time soltou a pérola: “Agora Roberto Carlos vai vestir o manto sagrado branco e preto.” Manto sagrado?! É essa devoção que me tira do sério e não o meu “trauma de infância”. Pode acreditar.

Fico triste quando ouço jovens cristãos falando com empolgação das conquistas do time para o qual torcem, mas sem entusiasmo pela missão da igreja. Podem mencionar a escalação completa da equipe esportiva, inclusive de anos passados, mas mal sabem o nome dos doze apóstolos. Gastam somas consideráveis em dinheiro na compra de camisetas oficiais e outros souvenires, mas relutam em dar ofertas. Parece que se esqueceram do que significa ser cristão; que cremos numa verdade capaz de abalar o mundo – afinal, nosso Mestre é Deus que Se fez homem, morreu numa cruz para nos salvar e prometeu voltar!

É como diz o texto de C. S. Lewis, que li no Devocionário de Bolso Um Ano Com C. S. Lewis, da Editora Ultimato, página 11: “Acreditar em um ‘Deus impessoal’ – tudo bem. Em um Deus subjetivo, fonte de toda a beleza, verdade e bondade, que vive na mente das pessoas – melhor ainda. Em alguma energia gerada pela interação entre as pessoas, em algum poder avassalador que podemos deixar fluir – o ideal. Mas sentir o próprio Deus, vivo, puxando do outro lado da corda, aproximando-se em uma velocidade infinita, o caçador, rei, marido – é outra coisa.”

Se os cristãos mantivessem comunhão com esse Deus real, que fala, guia, ilumina e ama, não teriam mais tempo nem disposição para se envolver com futilidades e, pior, idolatrias. Enquanto a Verdade liberta (João 8:32), o vício (de qualquer espécie) escraviza.

Marx dizia que a religião é o ópio do povo. Discordo, pois a verdadeira religião tem a capacidade de libertar. Mas que há muitos opiáceos disfarçados por aí, isso há. E o “futebolópio” pode muito bem ser um desses. E olha que narcotiza multidões!

O manto sagrado é a justiça que Cristo quer colocar sobre nós, não a alienação promovida por um esporte que poderia ser saudável, se não tivesse sido transformado em pão e circo.

Michelson Borges


domingo, 13 de maio de 2012


                                                                                             


É POSSÍVEL VIVER UMA VIDA SANTA?

1 – Viver em santidade significa separar-se do mundo. Isso não quer dizer que você terá de fugir para as montanhas, isolar-se e nunca mais falar com incrédulos. Significa que terá de separar seu coração do sistema de valores do mundo e valorizar as coisas que Deus considera mais importantes.

2 – Viver em santidade significa purificar-se. Purificar-se não é vestir uma túnica branca e cobrir tudo o que não é santo em sua vida. Antes, é pedir para o Deus santo purificar seu coração.

3 – Viver em santidade significa viver no Espírito, e não na carne. Nossos pensamentos carnais podem desqualificar-nos tanto quanto nossas ações. Ore para Deus ajudar você a viver no Espírito, não na carne.

4 – Viver em santidade significa afastar-se da imoralidade sexual. A maior mentira na qual nossa sociedade acredita é imaginar que o pecado sexual é aceitável. Peça para Deus manter você sexualmente puro na mente e no corpo.

5 – Viver em santidade significa ser santificado por Jesus. Uma vez que aceitamos a Jesus, não podemos manter nosso antigo estilo de vida pecaminoso. Agora que Cristo vive em nós e o Espírito Santo nos guia e nos transforma, não temos mais desculpas para andar segundo nossos velhos hábitos.

6 – Viver em santidade significa andar perto de Deus. Só conseguimos ver o Senhor com clareza quando nos esforçamos para caminhar perto dEle em pureza e paz. “Esforcem-se para viver em paz com todos e para serem santos; sem santidade ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12:14).

7 – Viver em santidade significa deixar Deus nos guardar. Santidade é a vontade de Deus para nossa vida, algo que Ele planejou para nós desde o princípio. E Ele é capaz de nos manter santos. Quando nosso coração deseja viver em pureza e fazer aquilo que é certo, Deus nos guarda de cair em pecado. 1 – Viver em santidade significa separar-se do mundo.Isso não quer dizer que você terá de fugir para as montanhas, isolar-se e nunca mais falar com incrédulos. Significa que terá de separar seu coração do sistema de valores do mundo e valorizar as coisas que Deus considera mais importantes.

Stome Omartina é escritora

quinta-feira, 10 de maio de 2012


Não está fazendo falta...

Toda noite era mesma coisa. Cansado de um dia fatigante de trabalho, me estirava na poltrona e ligava a televisão. Queria ver o jornal, me inteirar das notícias do dia. Minha esposa, igualmente cansada, compartilhava desses momentos e avançava a hora, assistindo a novela e, depois, colocávamos em qualquer canal onde houvesse imagens e uma falação qualquer.

Mas nossa “alegria” durou pouco. Vieram os filhos – um seguido do outro, com pouca diferença de idade. No princípio, nos requisitavam com seus choros e necessidades que todo bebê tem. Quando cresceram um pouco mais, estavam sempre em nosso encalço; eu os chamava de “grudinhos”, pois o tempo todo estavam “grudados” em nós.

Apesar das dificuldades de ser pai e mãe de duas criancinhas, conseguíamos conciliar alguns momentos em frente ao televisor (momentos que sempre eram de alguma forma interrompidos).

Tudo chegou a um limite insuportável, numa fase em que nossos filhos, quando chegávamos em casa, queriam nossa atenção. Vinham para a sala enquanto assistíamos TV e espalhavam seus brinquedos ao chão. Durante a brincadeira, tentavam chamar, desviar nosso foco para eles, gritando, perguntando, fazendo birra, pedindo coisas. Houve um momento, então, que eu explodi. Vociferando, coloquei todo mundo pra correr. Mandei juntar os brinquedos da sala e entrar no quarto. Minhas crianças me olharam com aquela cara de gatinhos molhados. Em silêncio, encerraram a brincadeira e se recolheram no quarto.

Finalmente, acomodei-me na poltrona para assistir ao telejornal. Minha esposa, que estava logo ao lado, me olhou com reprovação. Levantou-se e foi para o quarto com as crianças. “Tudo bem”, pensei, e fiquei ali, sozinho, com a caixa de imagens. Então pude aproveitar... mas não aproveitei... Uma sucessão de notícias de desastres, violência, corrupção e outras incontáveis atrocidades invadiram minha mente.

Saí da frente da TV “pesado”. Fui até o quarto onde minha esposa brincava com as crianças. Avisei que começaria a novela e ela disse que não iria assistir. Pude ver o semblante das minhas crianças, ainda assustadas com meu surto diante da televisão.

No dia seguinte, não ligamos o aparelho. Alguns dias depois, estragou uma peça da antena parabólica e não mandamos arrumar, pois, em conversa com minha esposa Elisa, eu disse que não havia como darmos atenção para o televisor e às crianças ao mesmo tempo. Assim, tomamos nossa decisão. Concordamos em dar atenção aos nossos filhos.

Nossos dias, noites e fins de semana continuaram sendo tão intensos como antes. Nossos filhos continuaram requisitando a mesma atenção de antes. Mas havia uma diferença: tínhamos mais tempo para eles. Minha esposa e eu podíamos atendê-los com mais frequência. O tempo que passávamos em frente à televisão começou a ser dedicado à Lívia e ao Kalel. Líamos, conversávamos, contávamos anedotas, fazíamos cócegas, montávamos aquelas atividades que vêm na revista Nosso Amiguinho, ou, simplesmente, ficávamos no ambiente em que eles estavam, fazendo alguma atividade paralela (ler, por exemplo).

Minha esposa não sabe mais quais são as novelas da TV e eu, para me atualizar das notícias, acesso um ou outro site e elejo exatamente o que quero ler. Em casa, nós que controlamos o que queremos assistir, por meio de vídeos e CDs que adquirimos.

Faz mais de três anos que não acompanhamos mais a programação de qualquer canal e confesso: não está fazendo falta. Desligar o aparelho e dar atenção aos filhos e, também, dedicar mais tempo para outras atividades, foi uma ótima escolha. Experimente. Você vai se surpreender, pois existe vida além da tela.

(Denis Cruz, funcionário público no Mato Grosso do Sul e escritor.

sexta-feira, 20 de abril de 2012


Como posso ser transformado pelo poder do Espírito Santo?

 Um irmão, muito sincero, me confessou o seguinte: “Estou cansado de tentar controlar meu nervosismo e principalmente a minha língua. Quando vejo uma coisa errada, falo asperamente com as pessoas e elas se sentem feridas. Já percebi que quanto mais procuro me controlar, mais eu falo. Na verdade, eu gostaria de ser mais amoroso com as pessoas, mas o meu jeito é bruto mesmo. Já pedi tanto para Deus, mas ainda não consegui mudar o meu jeito de ser.”

Existe um texto bíblico que eu gosto muito. Ele diz: “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei” (Gálatas 5:22-23).

O apóstolo Paulo está falando de algo incrível que ele descobriu andando no Espírito Santo. Existe um fruto que Deus deseja nos doar gratuitamente. O seu sabor é indescritível e inunda o ser de liberdade e prazer.

Quanta gente sofrendo, deprimida, triste, desistindo de viver. A solução está exatamente na recepção deste fruto maravilhoso. Mas, como obtê-lo?

No caso do irmão da nossa história, ele se via frustrado por não obter o domínio próprio. Depois de tanto esforço concluía que não havia solução para o seu caso. O domínio próprio é o último gomo do fruto do Espírito. O fruto do Espírito é um só, mas dentro dele existem vários gomos e todo ele produz vida e vida em abundância.

O fruto do Espírito não se pode conseguir pelo esforço ou pela  força de vontade, é um presente concedido pelo Espírito Santo. Tem muita gente fazendo de tudo para vencer suas tendências pecaminosas, mas sempre fracassam; até que um dia, lamentavelmente, concluem que é impossível. Tal frustração configura-se como vitória para o inimigo de Deus.

Por que parece ser tão difícil? É porque nascemos com os frutos da carne no nosso coração.

Paulo relaciona as obras da carne: “Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções,  invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam” (Gálatas 5:19-21).

Veja bem, se o fruto do Espírito é um presente ou um dom que vem de Deus, então, o caminho é buscá-lo direto da fonte.

Veja algumas dicas para receber este dom:



1. Ore pedindo pelo fruto do Espírito – diante de um desafio, dificuldade, tentação, provação ou qualquer outra vontade para o pecado, clame ao Espírito Santo pelo Seu fruto;

2. Acredite que o Senhor está lhe concedendo o fruto do Espírito – não entre em desespero, acalme-se, saiba que você está crescendo na fé e precisa aprender a confiar. O ponto de partida é a entrega da sua decisão a Deus;

3. Agradeça e louve ao Espírito Santo pelo Seu maravilhoso dom – Não perca tempo, antes ou durante a crise, louve ao Senhor pelo dom concedido;

4. Mantenha o foco em Deus –  concentre-se apenas no dom obtido para vencer o seu problema. Ao invés de ficar olhando o tamanho do desafio, olhe para o tamanho do Deus que promete cuidar de sua vida;

5. Saiba que a chave para a vitória é a fé – a fé também é um dom de Deus, que quando é exercitada em situações de crises, tende a crescer e ficar cada vez mais forte;

6. Faça uso de alimentos naturais – evite ingerir condimentos, estimulantes, enlatados e cárneos;

7. Peça constantemente pelo batismo do Espírito Santo e pelo fruto do amor em sua vida.

O grande sonho de Deus é trocar o nosso caráter pelo de Jesus Cristo, e isso ocorre apenas com o nosso consentimento. Sendo assim, clame, peça e implore ao Senhor por todos os Seus dons espirituais. Na verdade, o fruto do Espírito é exatamente o caráter de Cristo.


Manassés Queiroz é evangelista pela web

quinta-feira, 22 de março de 2012


O reencontro esperado.
NINGUEM SERÁ DEIXADO PARA TRAZ.


1 Tessalonicenses 4:13-18

…os que ficarmos, seremos arrebatados […], entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares… —1 Tessalonicenses 4:17
Quando eu era menino, tinha um cachorro da raça collie chamado Príncipe, um cachorro excelente que eu amava muito. Certo dia ele desapareceu, e eu não sabia se ele tinha sido roubado ou se simplesmente tinha fugido — mas fiquei desolado. Procurei-o em todos os lugares. Na verdade, uma de minhas memórias mais antigas de infância é ter subido numa árvore alta, para olhar toda a vizinhança esperando encontrá-lo, pois queria meu amado cachorro de volta. Durante semanas procurei, esperando vê-lo novamente. Mas nunca nos reencontramos.

Há uma percepção de perda muito maior quando pensamos que após a morte nunca mais veremos alguém que amamos. Mas para aqueles que conhecem e amam o Senhor, o afastamento causado pela morte é apenas temporário. Um dia nos reencontraremos para sempre!

Paulo garantiu aos tessalonicenses: “…os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1 Tessalonicenses 4:16-17). As palavras, juntamente e nós, trazem consolo para o coração entristecido. Estas palavras sobre o reencontro indicam que os seguidores de Cristo jamais precisarão vivenciar a separação permanente. Para nós, a morte não é um adeus; é um “até logo.”


O povo de Deus jamais diz adeus definitivamente.